Ao sonhar, Aldetor divide sua consciência e, entre alguns dos seres resultantes dessa divisão, estão os deuses.
Ele não tem escolha a não ser criar Aldetoron novamente, pois essa é a sina de seres como ele - os sonhadores de mundos. A cada novo ciclo Aldetor amadurece e, quando chega o momento da explosão mental, ele tenta fazer com que um panteão "correto" seja criado.
No primeiro ciclo, quando era um bebê, ele percebeu padrões básicos que compunham a existência e então deu origem a cinco deuses, cada um incorporando um desses elementos: Água, Fogo, Terra, Madeira e Metal. Aquele foi o ciclo do descobrimento, quando ele experimentou suas capacidades e descobriu que incontáveis vidas dependiam dele, já que além dos deuses surgiam também mortais mais frágeis.
A cada novo ciclo Aldetor tenta novos caminhos e descobre novas facetas de seu poder criativo infinito.
Para mais informações sobre cada ciclo, clique aqui.
Para mais informações sobre as outras criaturas resultantes da divisão da mente de Aldetor (os precursores dos humanos), clique aqui.
Não se preocupe com o que são esses "criadores de mundos". Por enquanto saiba que essa é a raça de Aldetor.
O lar do panteão é o sonho de Aldetor (Aldetoron), ou seja, o plano material (o mesmo lar dos mortais). Eles passam muito tempo sozinhos ou em encontros entre si.
Os deuses podem criar dimensões próprias, e o fazem. Porém, passam a maior parte do tempo no plano material.
O número de deuses varia a cada ciclo, mas alguns sempre estão presentes. Um deles é ele mesmo, um avatar projetado para seu sonho com a mesma aparência de seu corpo real. Seus pais são sempre o sol e a lua, outra constante em todos os ciclos. Seu irmão gêmeo Gavius aparece em seu sonho somente ao fim dos ciclos, para terminá-los.
Mas nenhum desses é resultado da divisão da mente de Aldetor, e sim "invasores" em seu sonho, como testemunhas externas. Eles formam a Divina Família.
Por outro lado existe algo em sua mente que insiste em voltar a cada novo ciclo, como um pensamento inatingível e sempre em expansão. Essa entidade, chamada Vorth, representa as memórias de Aldetor. Ele foi o deus da Água no primeiro ciclo, aquele que se ajusta e aprende.
Veja abaixo um resumo dos panteões de cada ciclo (lembrando que a Divina Família aparece em todos os ciclos):
Em Aldetoron o termo "anjo" tem uma conotação levemente diferente da apresentada na 4ª edição de D&D.
De um modo geral, os servos dos deuses são chamados de Anjos. No entanto, a cada ciclo esses seres são representados de formas diferentes. Veja abaixo:
Os deuses podem nomear Exarcas para realizarem grandes tarefas ou servi-los como soldados poderosos. Muitas vezes são recrutados entre os próprios anjos.
Em termos de regras, muitos Exarcas são personagens que possuem o Destino Épico "Semideus" do Livro do Jogador.
Outras Entidades
Aldetoron tem acessos para o Caos Elemental e para os Nove Infernos, de modo que poderosas criaturas desses planos podem influenciar o andar do mundo-sonho assim como os deuses.
Veja neste artigo mais detalhes sobre influências externas ao Sonho.
Ele não tem escolha a não ser criar Aldetoron novamente, pois essa é a sina de seres como ele - os sonhadores de mundos. A cada novo ciclo Aldetor amadurece e, quando chega o momento da explosão mental, ele tenta fazer com que um panteão "correto" seja criado.
No primeiro ciclo, quando era um bebê, ele percebeu padrões básicos que compunham a existência e então deu origem a cinco deuses, cada um incorporando um desses elementos: Água, Fogo, Terra, Madeira e Metal. Aquele foi o ciclo do descobrimento, quando ele experimentou suas capacidades e descobriu que incontáveis vidas dependiam dele, já que além dos deuses surgiam também mortais mais frágeis.
A cada novo ciclo Aldetor tenta novos caminhos e descobre novas facetas de seu poder criativo infinito.
Para mais informações sobre cada ciclo, clique aqui.
Para mais informações sobre as outras criaturas resultantes da divisão da mente de Aldetor (os precursores dos humanos), clique aqui.
Não se preocupe com o que são esses "criadores de mundos". Por enquanto saiba que essa é a raça de Aldetor.
O lar do panteão é o sonho de Aldetor (Aldetoron), ou seja, o plano material (o mesmo lar dos mortais). Eles passam muito tempo sozinhos ou em encontros entre si.
Os deuses podem criar dimensões próprias, e o fazem. Porém, passam a maior parte do tempo no plano material.
O número de deuses varia a cada ciclo, mas alguns sempre estão presentes. Um deles é ele mesmo, um avatar projetado para seu sonho com a mesma aparência de seu corpo real. Seus pais são sempre o sol e a lua, outra constante em todos os ciclos. Seu irmão gêmeo Gavius aparece em seu sonho somente ao fim dos ciclos, para terminá-los.
Mas nenhum desses é resultado da divisão da mente de Aldetor, e sim "invasores" em seu sonho, como testemunhas externas. Eles formam a Divina Família.
Por outro lado existe algo em sua mente que insiste em voltar a cada novo ciclo, como um pensamento inatingível e sempre em expansão. Essa entidade, chamada Vorth, representa as memórias de Aldetor. Ele foi o deus da Água no primeiro ciclo, aquele que se ajusta e aprende.
Veja abaixo um resumo dos panteões de cada ciclo (lembrando que a Divina Família aparece em todos os ciclos):
- 1º Ciclo: Cinco deuses, um para cada elemento primordial.
- 2º Ciclo: Dezenas de deuses representando aspectos como lugares (cordilheiras, rios e outros aspectos da natureza) e sentimentos (como ira, compaixão, medo e tristeza). Nesse ciclo Vorth era a encarnação da sabedoria.
- 3º Ciclo: Cinco deuses, sendo eles Bem (Drava), Mau (Drayaka), Caos (Yud), Ordem (Zar/Vorth) e Indiferença (Sush).
- 4º Ciclo: Muitos deuses que surgiam espontaneamente a partir do mundo inabitado que Aldetor decidiu criar.
- 5º Ciclo: Muitos "deuses invisíveis" não-antropomórficos, na forma de animais, plantas, rios e montanhas.
- 6º Ciclo: Nesse ciclo os deuses iam e vinham, criavam-se e destruiam-se enquanto Aldetor deixava que seu sonho seguisse sem sua intervenção.
- 7º Ciclo: Sete deuses, um para cada virtude (Paciência - Asshadakma, Fortaleza - Baeva, Humildade - Malivya, Zelo - Egzarot, Caridade - Laeate, Generosidade - Villia e Temperança - Pavudari/Vorth).
Em Aldetoron o termo "anjo" tem uma conotação levemente diferente da apresentada na 4ª edição de D&D.
De um modo geral, os servos dos deuses são chamados de Anjos. No entanto, a cada ciclo esses seres são representados de formas diferentes. Veja abaixo:
- 1º Ciclo: Os anjos eram seres primordiais como gigantes, elementais e arcontes.
- 2º Ciclo: Nesse ciclo os anjos eram mortais escolhidos pelos deuses para formarem seus exércitos. Eles recebiam artefatos conhecidos como Armaduras da Justiça. Dentre eles eram escolhidos os Exarcas.
- 3º Ciclo: Os anjos eram como os apresentados no Livro dos Monstros.
- 4º Ciclo: Apesar de funcionarem como os anjos do Livro dos Monstros, os anjos desse ciclo tinham a forma de aspectos da natureza.
- 5º Ciclo: No início desse ciclo não haviam anjos. Com o tempo, no entanto, mortais transformavam-se em divindades e criavam seus anjos (como os do Livro dos Monstros).
- 6º Ciclo: No sexto ciclo os anjos eram criaturas quaisquer escolhidas pelos deuses. Eles diferenciavam-se das pessoas e criaturas comuns através de características como auras brilhantes, carisma elevadíssimo e até mesmo asas (de penas, de couro, etéreas etc.).
- 7º Ciclo: Os anjos são como os apresentados no Livro dos Monstros.
Os deuses podem nomear Exarcas para realizarem grandes tarefas ou servi-los como soldados poderosos. Muitas vezes são recrutados entre os próprios anjos.
Em termos de regras, muitos Exarcas são personagens que possuem o Destino Épico "Semideus" do Livro do Jogador.
Outras Entidades
Aldetoron tem acessos para o Caos Elemental e para os Nove Infernos, de modo que poderosas criaturas desses planos podem influenciar o andar do mundo-sonho assim como os deuses.
Veja neste artigo mais detalhes sobre influências externas ao Sonho.



0 comentários:
Postar um comentário