História dos Impérios
Desde o primeiro ciclo, ou seja, o início do Sonho, os mortais criados pela divisão da consciência de Aldetor não demoram a clamar seus territórios. Os agrupamentos e posterior formação das sociedades é algo natural e necessário, e assim aconteceu ciclo após ciclo; fim do mundo após fim do mundo (entenda os ciclos de criação e destruição).
O sétimo ciclo seguiu a mesma fórmula: os primeiros mortais homens, chamados Letas, encontraram-se com as primeiras mortais mulheres, as Mirias, que desceram de sua lua através de escadarias reluzentes. O palco da união foi a gigantesca ilha aérea ao norte do continente, muitos quilômetros acima do solo, que mais tarde viria a ser chamada de Vandivya – o primeiro império do sétimo ciclo.
Os primeiros mortais de cada ciclo, os Letas, são seres poderosíssimos (detalhes no artigo Letas, Mirias, Humanos e as Outras Criaturas), e a arquitetura reflete as hercúleas capacidades daqueles que esculpiram e ergueram cada coluna de pedra do império ancestral. No entanto, por serem criaturas puras e vazias de conhecimento e por não haver nada em que se baseassem (afinal, as primeiras obras de arquitetura seriam as produzidas por eles mesmos), a rocha era a matéria-prima mais óbvia e, portanto, a mais usada. A beleza das construções do império de Vandivya é devida principalmente às proporções.
Felizmente os Letas aprendem muito rápido e são dotados de instinto criativo muito forte, e por isso criaram entalhes magníficos nas grandes colunas, levantaram torres em ângulo, construíram pontes maciças, canalizaram água através de fontes gigantescas e domaram as outras criaturas e a natureza ao seu redor.
A Ocupação do Continente
Com o tempo os grupos cresceram e se dividiram, e iniciou-se a ocupação do continente. Para os que decidiram migrar foi difícil encontrar lugares seguros, e ainda mais difícil mantê-los seguros. Por isso a civilização formou-se totalmente dividida, mergulhada em um oceano de perigos (detalhes no artigo Pontos de Luz, e para saber de onde saíram as demais criaturas, consulte o link anterior, acima). Milhares de anos depois as estradas continuam infestadas de batedores selvagens e armadilhas sombrias. A demanda por heróis é sempre elevada.
Os impérios formaram-se sem bordas, constituídos por inúmeros territórios isolados cuja maioria conta com limitada proteção da respectiva Capital Imperial. Dentre essas “ilhas” continentais (vilas, cidades e castelos), muitas foram unidas por bravos e corajosos (a serviço de cada império ou para mérito próprio), formando reinos.
Em termos gerais esse é o modelo de governo em Aldetoron: império – reino – cidade.
A Ocupação dos Céus e do Oceano
A criação de meios de transporte maiores e mais resistentes levou à descoberta das ilhas distantes da costa e das nuvens sólidas nos céus. Assim como o continente, eram ambientes habitados por criaturas perigosas ou, raras vezes, amistosas.
Dentre os consquistadores, os mais obstinados, desde o princípio, eram os de um povo chamado Yudusen. Eles constituíam a classe considerada "imoral" dentre os emigrantes do primeiro império (Vandivya), pois transformavam a busca por territórios habitáveis em guerra contra quaisquer criaturas que encontravam. Apesar de eficaz, essa técnica foi sensurada pela maioria e os Yudusen acabaram excluídos. Isso não impediu, porém, sua sobrevivência, e eles mantiveram-se avançando e conquistando. Criaram o reino de Yudgar, que abrange uma grande ilha, seus subterrâneos e seu espaço aéreo de forma completa. Formaram uma civilização completamente isolada, com cultura militar, a única até os dias atuais com igual domínio sobre céu, terra e subterrâneo.
Excetuando Yudgar, os demais reinos caracterizam-se basicamente como continentais, insulares, subaquáticos, subterrâneos, aéreos ou lunares. A razão disso é a dificuldade de comunicação devida aos aspectos já mencionados de Aldetoron (novamente, vide artigo Pontos de Luz). Um imperador costuma ter muitas dificuldades para manter seu império protegido do colapso total, tornando a expansão vertical muito difícil. Isso não impede, porém, que uma pequena expansão aérea ou marítima ocorra.
O Modo de Governo
Geralmente os imperadores governam com a ajuda de um conselho formado pelos reis (ou representantes nomeados pelos reis) de cada reino. Os reis costumam manter conselhos formados por nobres de cada cidade. Já os nobres responsáveis por cada cidade ou castelo costumam manter um conselho formado pelos líderes das guildas (as guildas de comerciantes quase sempre têm o maior peso nas decisões). Cada lugar tem suas variações, mas a estrutura básica é essa.
As reuniões dos conselhos imperiais/reais dificilmente são realizadas com a presença física de todos. As viagens são perigosas, mesmo as aéreas, e magias de teleporte a longas distâncias têm a eficácia limitada em Aldetoron, devido à Influência Onírica. Por isso foram criados ambientes especiais, salas magicamente preparadas para encontros à distância. Para comparação, é como uma videoconferência ou um holodeck. Nas reuniões entre nobres e suas guildas logicamente não há essa necessidade, já que ocorrem na própria cidade.
Desde o primeiro ciclo, ou seja, o início do Sonho, os mortais criados pela divisão da consciência de Aldetor não demoram a clamar seus territórios. Os agrupamentos e posterior formação das sociedades é algo natural e necessário, e assim aconteceu ciclo após ciclo; fim do mundo após fim do mundo (entenda os ciclos de criação e destruição).
O sétimo ciclo seguiu a mesma fórmula: os primeiros mortais homens, chamados Letas, encontraram-se com as primeiras mortais mulheres, as Mirias, que desceram de sua lua através de escadarias reluzentes. O palco da união foi a gigantesca ilha aérea ao norte do continente, muitos quilômetros acima do solo, que mais tarde viria a ser chamada de Vandivya – o primeiro império do sétimo ciclo.
Os primeiros mortais de cada ciclo, os Letas, são seres poderosíssimos (detalhes no artigo Letas, Mirias, Humanos e as Outras Criaturas), e a arquitetura reflete as hercúleas capacidades daqueles que esculpiram e ergueram cada coluna de pedra do império ancestral. No entanto, por serem criaturas puras e vazias de conhecimento e por não haver nada em que se baseassem (afinal, as primeiras obras de arquitetura seriam as produzidas por eles mesmos), a rocha era a matéria-prima mais óbvia e, portanto, a mais usada. A beleza das construções do império de Vandivya é devida principalmente às proporções.
Felizmente os Letas aprendem muito rápido e são dotados de instinto criativo muito forte, e por isso criaram entalhes magníficos nas grandes colunas, levantaram torres em ângulo, construíram pontes maciças, canalizaram água através de fontes gigantescas e domaram as outras criaturas e a natureza ao seu redor.
A Ocupação do Continente
Com o tempo os grupos cresceram e se dividiram, e iniciou-se a ocupação do continente. Para os que decidiram migrar foi difícil encontrar lugares seguros, e ainda mais difícil mantê-los seguros. Por isso a civilização formou-se totalmente dividida, mergulhada em um oceano de perigos (detalhes no artigo Pontos de Luz, e para saber de onde saíram as demais criaturas, consulte o link anterior, acima). Milhares de anos depois as estradas continuam infestadas de batedores selvagens e armadilhas sombrias. A demanda por heróis é sempre elevada.
Os impérios formaram-se sem bordas, constituídos por inúmeros territórios isolados cuja maioria conta com limitada proteção da respectiva Capital Imperial. Dentre essas “ilhas” continentais (vilas, cidades e castelos), muitas foram unidas por bravos e corajosos (a serviço de cada império ou para mérito próprio), formando reinos.
Em termos gerais esse é o modelo de governo em Aldetoron: império – reino – cidade.
A Ocupação dos Céus e do Oceano
A criação de meios de transporte maiores e mais resistentes levou à descoberta das ilhas distantes da costa e das nuvens sólidas nos céus. Assim como o continente, eram ambientes habitados por criaturas perigosas ou, raras vezes, amistosas.
Dentre os consquistadores, os mais obstinados, desde o princípio, eram os de um povo chamado Yudusen. Eles constituíam a classe considerada "imoral" dentre os emigrantes do primeiro império (Vandivya), pois transformavam a busca por territórios habitáveis em guerra contra quaisquer criaturas que encontravam. Apesar de eficaz, essa técnica foi sensurada pela maioria e os Yudusen acabaram excluídos. Isso não impediu, porém, sua sobrevivência, e eles mantiveram-se avançando e conquistando. Criaram o reino de Yudgar, que abrange uma grande ilha, seus subterrâneos e seu espaço aéreo de forma completa. Formaram uma civilização completamente isolada, com cultura militar, a única até os dias atuais com igual domínio sobre céu, terra e subterrâneo.
Excetuando Yudgar, os demais reinos caracterizam-se basicamente como continentais, insulares, subaquáticos, subterrâneos, aéreos ou lunares. A razão disso é a dificuldade de comunicação devida aos aspectos já mencionados de Aldetoron (novamente, vide artigo Pontos de Luz). Um imperador costuma ter muitas dificuldades para manter seu império protegido do colapso total, tornando a expansão vertical muito difícil. Isso não impede, porém, que uma pequena expansão aérea ou marítima ocorra.
O Modo de Governo
Geralmente os imperadores governam com a ajuda de um conselho formado pelos reis (ou representantes nomeados pelos reis) de cada reino. Os reis costumam manter conselhos formados por nobres de cada cidade. Já os nobres responsáveis por cada cidade ou castelo costumam manter um conselho formado pelos líderes das guildas (as guildas de comerciantes quase sempre têm o maior peso nas decisões). Cada lugar tem suas variações, mas a estrutura básica é essa.
As reuniões dos conselhos imperiais/reais dificilmente são realizadas com a presença física de todos. As viagens são perigosas, mesmo as aéreas, e magias de teleporte a longas distâncias têm a eficácia limitada em Aldetoron, devido à Influência Onírica. Por isso foram criados ambientes especiais, salas magicamente preparadas para encontros à distância. Para comparação, é como uma videoconferência ou um holodeck. Nas reuniões entre nobres e suas guildas logicamente não há essa necessidade, já que ocorrem na própria cidade.



3 comentários:
Amore, nossos personagens estão onde mesmo?
Pq fiz relação das construções que vimos com as de Vandivya, dos primeiros Letas, não sei se viajei muito...
Inicialmente estas esculturas encontram-se apenas em Vandivya ou também existem em outras regiões?
Os Letas partiram para uma grande expansão territorial, e nesse período alguns deles foram considerados muito violentos e deixados para trás (os Yudusen, que formariam o império de Yudgar).
Durante essa expansão eles continuaram a construir coisas, mas as grandes estátuas do império de Trakstis (onde vocês chegaram na sessão do dia 23, sábado passado) não têm relação com os Letas, pois os Letas viveram mais de 7000 anos atrás, e aquelas estátuas são relativamente novas (algumas com menos de cinco anos).
Ahhh!!!! Táááá!! Moili, fiz um blog, visita lá ^^
Postar um comentário